15 abril, 2016

Poemas de Dominique (Part 13)


 
 
 Você pode conferir a história de Dominique clicanco aqui.
 
 
Logo que percebi,
Ela ja estava dentro da pousada,
Nem deu tempo de me vestir,
Com as roupas que estavam jogadas.
 
Perto da rede, do quarto que aluguei.
Existia uma vela,
Logo acendi, porque escurecia,
E esperei, para que eu escutesse os passos dela.
 

Foi demorado,
Posso confessar,
Mas que coisa estranha,
Eu esperar.
 
Tanta coisa mudou,
Desde quando descobri,
Que Dominique era eu,
E conheci ela, e logo parti.
 
Mas agora eu escuto os passos,
No corredor do meu quarto,
Arrumo o pequeno cômodo,
E finjo que estou despreocupado.
 
Sei que não vou saber lidar,
O que será que vou falar?
Quem será que ela é?
Eu não consigo parar de pensar.
 
Mas do nada, o passo para,
A vela apaga,
Um galo canta,
E olho na janela, está de noite, que coisa estranha.
 
No momento que isso ocorre,
Minha perna, começa a tremer,
Sinto um frio;
Parece que vou morrer.
 
E do nada,
Meus olhos pesam,
E contra minha vontade,
Eu caio.
 
Para mim é um abismo,
Escuro, frio,
E sem fim,
Aonde eu tento encontrar uma luz.
 
O galo novamente canta,
E faz eu eco na minha mente,
Os passos parecem trovões,
Quando andam novamente.
 
O barulho da porta, abrindo, eu escuto,
Mas nada posso fazer,
Porque para mim está escuro,
E eu não consigo ver.

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