07 abril, 2015

O Gato

O gato mia, na minha cozinha e eu entro nela e ele esta lá.
Esperando que eu o alimente, por que na sua mente, eu vou lhe ajudar.
Mas agora estou cansado, da dor que eu passo e vou passar.
E me viro, escondo no mato, que é o meu quarto, o meu lugar.

Escuto o miado denovo me chamando, insessante, parece chorar,
O gato que me vira do avesso, está no começo de esperniar,
Pois esta com fome, e mão ele não tem para a comida pegar,
E minha ajuda ele pede, e eu volto para a cozinha para alimentar, aquele gato do meio do mato, que na minha casa apareceu.

Minha vida não é mais a mesma, não tem mais cerveja, por que o gato tenho que alimentar,
Guardo dinheiro, diante mesa, o olho brilhante, me olha sem parar,
Um que no escuro parece uma lanterna, que reluz no ar,
E eu durmo, e quando acordo, o gato não está mais lá.

Se foi, sem adeus, partindo o meu coração,
Aquele gato, só queria comida,
E a minha vida, sugar,
Pois no mato ele caça, e na minha casa ele chora para a barriga encher, mas agora já cheio, volta pro meio louco de viver, caçando no meio do mato, as vitimas que vai matar,
Gato, esperto gato, veio na minha casa para saciar, a sua fome grande que não para de voltar.


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