02 janeiro, 2015

Querido Pood, um coração a procura de luz. #2


CHAPTER 1 - continuação.

 Kayle é um garoto de 16 anos que vive na cidade de Miami e frequenta uma escola perto de casa, ele convive com a sua avó, irmã e pai. Sua mãe morreu quando ele tinha 6 anos de idade, ela morreu num acidente de avião, que ficou famoso por toda a America. Depois desse acontecimento Kayle ficou muito mais reservado. Kayle antes do acidente que tirou a vida de sua mãe, não era bom para fazer amizades e nunca teve alguma. Desde que entrou na escola seus colegas de classe praticavam bullying com ele, e ele não contava ao pai nem para ninguém. Ou quase ninguém, Kayle tinha sim um amigo, o nome dele é Pood, mas é um amigo que não tem forma física, Kayle conversa com Pood através de cartas, mas que ele não manda, somente escreve o que quer contar para seu amigo, e depois joga fora a carta. Para isso Kayle usa a maquina de escrever que herdou da mãe, que era escritora. Apesar de tudo isso Kayle tirava as maiores notas possíveis na escola. Era um bom aluno, e bom filho. Kayle conversava muito com as pessoas de sua familia que estava em volta. A avó de Kayle sempre estava ali para ajudar ele com lições e coisas assim. A irmã de Kayle conversava com ele, mas estava se empenhando bastante esse ano por que queria estudar demais. Por conta que ano que vem seria o ultimo ano dela na escola, e ela queria realmente entrar em uma boa faculdade. O pai de Kayle, nunca dava tanta bola para o filho, sempre o deixou pior ainda, por que achava que o jeito do filho de não criar amizades, e sempre tirar notas boas, e nunca ter uma namorada era típico de um nerd. O pai de Kayle realmente não gostava do jeito dele, sempre nas conversas que tinha no jantar, falava para Kayle que se não fizesse amigos não seria ninguém na vida. Ele trabalhava numa grande empresa, e Kayle sempre pensava que a atitude dele com ele, era por conta que seu avô foi assim com ele. Mas como Kayle não contava nada sobre o que sentia, e o que sofria, o pai achava que estava tudo bem. " Ele até esqueceu que mamãe morreu, e que eu sinto a sua falta", pensava Kayle quando ouvia seu pai falar para ele arranjar amigos. Mas apesar disso, o pai de Kayle nas datas comemorativas sempre estava disposto a dar os melhores presentes para seus filhos - coisa que não mudava em nada o pensamento maldoso que Kayle tinha com o pai -.

Kayle estava apreensivo todo o inverno com medo de voltar para a escola ano que vem. Por que ano passado um garoto do oitavo ano, abordou ele e levou para o banheiro, bateu tanto em Kayle que não tinha como não falar com ninguém. Ele contou para a avó que estava doendo, mas não contou o por que daquilo aparecer, os hematomas estavam roxos, e na hora que levou essa surra ele desmaiou, por conta de que ele era do sétimo ano, e o garoto que bateu nele, mesmo sendo do oitavo ano era muito forte. Quando sua avó perguntou o que ocorrerá, Kayle rapidamente inventou uma desculpa que tinha caído, mas com certeza sua avó não acreditou, mas deixou passar. Só que depois desse dia ela ficou mais de olho em Kayle.

Continua

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