18 julho, 2017

Okja, um filme tocante


Quando vi que a Netflix lançou "Okja", e pelo trailer e divulgação pude ver o tema abordado, logo chamou minha atenção para assistir o filme. E não foi diferente, fui lá e assisti. Antes de tudo quero dizer que está é a minha opinião e o que achei, não sou crítico e sim um espectador. Assistindo-o eu tive vários sentimentos, desde a risada até a profunda tristeza, foram várias emoções que senti enquanto assistia, e acho que elas que fizeram eu gostar tanto dele.

Não vou contar o resumo, será somente o que eu achei. Os personagens tem suas características, não percebi uma grande diferença entre profundidade de personagens, retirando claro os protagonistas, Mija e Okja respectivamente. Assistindo eu pude perceber alguns pontos interessantes que podem ser diferentes para algumas pessoas. Sabendo do que o filme se trata muitas pessoas devem achar que é pró vegetarianismo ou veganismo, por se tratar de uma história envolvendo um animal que virará uma carne a ser servida para as pessoas. Mas não é sobre isso, até porque Mija a protagonista come carne durante a história. O que eu senti que o filme trata é sobre a industria alimentícia, e o capitalismo, onde nada importa a não ser o lucro. 

Eu chorei muito, pois tem um tema que me toca muito, qualquer coisa envolvendo animais já me cativa. E quando eles sofrem, eu despenco em choro. Mesmo sendo uma história criada, pode ser encaixada na vida real. Como a industria alimentícia trata os animais, e como somente o lucro importa, infelizmente está é a realidade. Porém mesmo assim, com tudo que ele passa, não é imposto o conceito do vegetarianismo/veganismo, e não é o foco principal. 

Mas, mesmo não tendo este foco eu fiquei pensando sobre uma coisa que já estava na minha cabeça, o por quê comer carne! E assistir ele foi o fogo que acendeu o pavio que estava pronto a um tempo. Eu sempre tive na minha cabeça de me tornar vegetariano, parar de consumir carne, porque além do meu amor por animais, tem outras coisas que influenciam, porém elas não vem ao caso agora. Só que o filme fez eu tomar partido, e começar o meu projeto que estava na minha cabeça. Mas como eu disse, não é um filme pró vegetarianismo.

Eu realmente gostei do enredo, tirando algumas partes que eu acho que não precisavam tanto, mas que não atrapalham no desenrolar da história. Eu recomendo bastante, porém eu aviso que se você tiver coração mole, acho que é certeza que você irá chorar. Mas até gente com o coração de pedra eu acho que choram. É uma ótima história, bem contada, recomendo! 

E ai você já assistiu o filme? O que achou? Gostou da minha "crítica"? Comenta aqui em baixo, vou adorar ler! É isso, até mais!

Fotos por Reprodução/Netflix

11 julho, 2017

O que os olhos leem, o coração sente, de Ana Luiza Novis


Eu tive a grande oportunidade de poder ter lido este livro, e ainda mais, poder compartilhar ele com duas pessoas da minha família, que na verdade são o público alvo do livro. Este livro é infanto juvenil, portanto quando a Editora Jaguatirica me apresentou ele, na primeira vez eu pensei que não ia encaixar na minha leitura, porém eu tive a ideia de compartilhar com minhas primas, Emilia e Julia, mãe e filha respectivamente, tudo isso para que eu pudesse ter uma opinião do público alvo do livro. Mas mesmo sendo fora desse alvo, eu senti que o livro falava muito para mim, e eu adorei a leitura.

GÊNERO: Infanto Juvenil | ANO: 2017 | EDITORA JAGUATIRICA | PÁGINAS: 103 | NOTA: 5/5

Bom, como eu tive a oportunidade de ter as minhas primas envolvidas neste pequeno projeto, depois que elas leram eu fiz 4 perguntas sobre o livro, e sobre a experiência que elas tiveram lendo o mesmo. Pois então, vamos para as perguntas, e logo depois a minha opinião.

1. Qual foi a principal lição que você como mãe aprendeu com o livro? E a sua filha?

R: "A lição que nós duas aprendemos, é que podemos confiar nos nossos sentimentos e que realmente acreditar que coisas boas acontecem com as pessoas!"

2. Teve algum conto que se relacionou com a sua relação de mãe e filha?

R: "Gostamos muito do conto sobre o travesseiro, quando li eu realmente me emocionei, fiquei pensando como o tempo realmente passa muito rápido."

3. As histórias te inspiraram a fazer algo?

R: "Sim, a cada conto eu tive vontade de fazer algo bom e fique refletindo sobre a lição que ele estava transmitindo."

4. O que vocês acharam do livro? E das ilustrações?

R: "Gostamos muito do livro, ele é uma delícia de ler. E as ilustrações são umas fofuras."

Queria agradecer aqui a minhas primas por terem aceitado participar disto, obrigado mesmo. E que bom que gostaram do livro!

E o que eu achei do livro? EU AMEI! Realmente eu me surpreendi novamente com um livro da Editora Jaguatirica. Eu pensava que eu iria achar os contos muito infantis, mas ao mesmo tempo que me trouxe uma saudade enorme da infância, os contos me mostraram coisas que já pensei, que já vivi, e situações que renovaram minhas inspirações. Eu fiquei realmente apaixonado por este livro.

Mas também tem outra parte importante sobre o livro, as ilustrações! Elas fazem parte do livro, e a cada novo conto, uma nova ilustração aparece. E a ilustradora Mirella Spinelli tem um traçado, uma forma de colorir magnífica. Eu realmente ficava de queixo caído a cada ilustração. 


A autora Ana Luiza Novis, soube muito bem colocar sentimentos nos contos, o que nos faz mergulhar ainda mais na história que eles nos passam. E sempre com um desfecho, e uma moral, o conto fica completo. E ai deu vontade de ler o livro, o que acharam dele? Contem aqui nos comentários!

Se você gostou do livro, você pode compra-lo nestes seguintes links: 
Editora Jaguatirica | Livraria da Travessa | Submarino | Saraiva (Com desconto por boleto)

Obrigado novamente Editora Jaguatirica, e até a próxima!

04 julho, 2017

Por que é importante tentar?


Eu vivo me perguntando sobre as coisas que eu faço, e sobre o que eu quero fazer. E as vezes, na maioria das vezes quer dizer, a vontade de fazer entra em conflito com o medo de falhar! E aí entra a palavra "TENTAR". No conflito das duas ações que eu acabei de falar para vocês, o "tentar" serve para conciliar e dar respostas para nossos anseios. Alguns tem medo da palavra e da ação que é conjunta com ela, o ato de tentar muita das vezes rende esforço mental e físico. Mas por que esse tentar é tão importante? Bom, vou tentar responder de acordo com o que eu já passei.

Eu sempre tive problemas em colocar tudo que tem na minha cabeça para fora, e deixar tudo certinho. A minha mente é cheia de ideias e algumas delas precisam de mais esforços do que outras. E é sempre aí que eu tenho uma batalha mental. Eu fico pensando toda hora se vai dar certo aquela ideia, se vai valer a pena todo o esforço, se eu vou me satisfazer com o resultado, ou se vai ser tudo em vão, ou melhor ainda vai dar muito certo. Mas como eu vou saber se aquela ideia funciona se eu não tentar?

E é por isso que eu me desafio constantemente, pode demorar as vezes, e tento, enfrento timidez, vergonha, medo, e outras coisas para pelo menos tentar e receber uma resposta, e não ter uma pseudo-resposta na minha mente. Porque se a gente não tentar, nós nunca vamos descobrir se iria dar certo ou errado. Mas e se der errado? 

Não fique chateado, é só tentar novamente moldando sua ideia base com as dicas que você pegou no caminho. E sempre quando eu tenho o medo de falhar eu penso em tudo aquilo que eu conquistei e que antes eu tinha medo de fazer. Eu nunca iria ter viajado para outro estado e ter ganhado uma feira científica se eu não aceitasse o pedido da minha professora e tentasse o meu máximo. Eu nunca teria feito amigos que eu gosto muito se eu não tentasse falar com eles. Eu iria perder muita coisa se eu não tentasse, e é por isso que eu tento. 

Espero que vocês não tenham mais medo da palavra TENTAR, e que ela seja sinônimo de oportunidades e experiências engradecedoras para a sua vida. Quais são suas experiências de vida tentando algo que parecia impossível para vocês? Conta aqui nos comentários! 


30 junho, 2017

Playlist: Um pouco de mim


Que saudade que eu estava de fazer uma playlist e compartilhar ela com vocês. Fazer playlists é uma coisa que eu faço desde o começo do blog, então fazer uma me lembra de tudo. E essa é ainda mais especial, eu estou numa fase nostálgica da minha vida, vou fazer 18 anos este ano, e pode não ser tanto tempo, mas para mim foram tantas coisas. Coisas que eu fiz, que eu gostava e que ainda gosto, coisas que eu vivi, aprendi, sonhei, chorei, e pensar que vão fazer 18 anos que eu aprendo aqui neste planeta, para mim é meio que "OMG QUANTO TEMPO". Eu já não sou mais criança, e já estou saindo da adolescência, as responsabilidades já estão batendo na porta, e eu tenho que começar a tão "sonhada" (para alguns) vida adulta. Eu não acho nada de ser adulto, queria ser adolescente para sempre.

Mas o que sempre esteve comigo durante este tempo é a música, e eu resolvi juntar músicas que fazem parte da minha vida, desde meus 9 anos, quando eu comecei a descobrir o inglês, adorar mais essa língua linda. Quando eu era fã de tudo quanto é artista, tinha pôster no meu quarto, só falava disso, comprava revista, tinha um fâ clube no Twitter. Até quando eu parei de acompanhar tantos artistas, uns ficaram (como Adelzinha <3), outros eu escuto de vez em quando, e fico nostálgico. Pois então, aqui está uma playlist que diz muito sobre mim, e que eu guardo aqui no meu coração. Espero que vocês gostem, e se você tem uma música, playlist, que lembra de épocas, situações da sua vida, conta aqui para mim nos comentários, e fale o que achou da playlist, vou adorar ler os comentários. Tchau!



Foto por Julien Coquentin
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